Mostrar mensagens com a etiqueta Filmes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Filmes. Mostrar todas as mensagens

sábado, 1 de março de 2014

o que andei a ver

 Gostei muito deste filme, o Christian Bale nunca jamais desilude, a Amy Adams foi uma maravilhosa surpresa, e o Bradley Cooper, enfim, lava os olhos. (e como muito bem me relembrou a gralha, o Bradley de papelotes é qualquer coisa). Mas quanto a argumento fiquei um pouco decepcionada, a história é engraçada mas nada de especial.
 Grande filme. Filmaço, portanto.
Feel (so) good movie. O Ben está a ir por um bom caminho, maravilhoso filme. E ainda por cima tem o Sean Penn.
Muito bom este filme, fantástico trabalho de actores. E a Meryl Streep, que mais se poderá dizer? Filmaço.

domingo, 15 de setembro de 2013

fracturas e limpezas

Uma semana de férias, para acompanhar a minha filha na creche, e este foi o único filme que consegui ver. E uma trampa por sinal. Hopkins é todo ele um cliché, que até faz aflição, e o Gosling, enfim, lava os olhos embora neste filme ainda estivesse em fase casulo, if you know what i mean.

E o resto da semana foi passada a passar a ferro, fazer máquinas, estender roupa, limpar armários, organizar a roupa da miúda, ir ao supermercado, limpar, limpar, limpar. Deve ter sido dos nervos de saber a coisa mais linda da minha vida lá na creche que me deu para isto.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

não downloadarás!

Ate veres todos os filmes que tens no disco.

sexta-feira, 1 de março de 2013

cineminha

Gostei, está simpático sim senhor. Gostei principalmente das cenas de grupo, que dinâmica fantástica, que "maluqueira normal". E o final é muito bom.
Um filme em que os bons ganham aos maus calha sempre bem, ainda melhor se o filme é baseado numa história verídica. E eu que nunca liguei pevide ao Ben, só vos digo que é muito a meu gosto este look de finais dos anos 70.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

a vida de pi


Absolutamente maravilhoso. Há muito tempo que um filme não me transportava para outro lugar. Estive completamente absorvida enquanto vi o filme, e nem por uma vez me lembrei do sítio onde estava (na cama com um portátil no colo). Adorei tudo, as imagens lindíssimas, as cores, a música, os cenários, a história, tudo.
Haverá com certeza quem dirá que o filme peca por ser excessivamente digital. Pois a mim não me incomodou nada. Até porque convenhamos seria difícil pôr um adolescente a contracenar com um tigre de bengala num salva-vidas...  E não podendo acrescentar muito mais sem ser desmancha prazeres, digo só que achei tão bonito o final da história...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

hope springs

Este filme de comédia tem muito pouco, é mais sério do que parece ser, mas vale pelos actores.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

django


Já gostei mais de Tarantino do que gosto hoje. Não vi o Inglourious Basterds, e detestei o Kill Bill. Adorei o Reservoir Dogs, Pulp Fiction e Jackie Brown.  Mas tudo tem o seu tempo e duvido que hoje em dia tivesse estômago para o Mr. White, Mr. Pink e Mr. Orange. Assim, fui com poucas expectativas e preparada para algum sangue. (fui como quem diz, que vi o filme em casa)
Houve muitas partes do filme que gostei, os diálogos são muito bons, a personagem do Bounty Hunter "King Shultz" rouba todo o protagonismo a Django (e muito bem), e a cena com o Don Johnson e o KKK é qualquer coisa. E foi pena não se ter descortinado um pouco mais sobre a relação entre o personagem do DiCaprio e Samuel L. Jackson, mas enfim. Entretanto a partir de certa altura o sentido de humor e os diálogos interessantes dão lugar ao sangue em modo de esguicho e malta a morrer a torto e a direito. Caem que nem tordos, já se sabe como é.
 E tive pena porque tinha tudo para ser um bom filme, assim foi só meio bom filme.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

óscares 2013

Eu sempre fui muito cinéfila, até ao dia em que tive a minha filha, e a partir daí foi complicado gerir noites mal dormidas com muito sono, e filmes à mistura.
Mas isto tem de mudar porque, como já disse anteriormente (quando fui ver o Skyfall), preciso de cinema como de pão para a boca.
Assim, a ver se começo a ver alguma coisa, mesmo em casa. O problema é que como o meu jovem é italiano, por vezes é complicado vermos filmes em original. Tenho de descobrir um site onde seja simples ver filmes com legendas, porque quando se sacam torrents, depois é muito complicado adicionar legendas, para mim pelo menos.

Ora então, este ano temos as seguintes nomeações para Melhor Filme:

Amour - Gostava de ver, mas receio que me saia na rifa um dramalhão daqueles negros e deprimentes.

Life of Pi - Ang Lee, sim, sim, sim! A ver num destes fins de semana.

Zero Dark Thirty - Não vi o outro (Hurt Locker), e não sei se tenho estômago para um filme de guerra. Anda para aí um zumzum que o filme é pró-tortura, estou na dúvida.

Argo - Sim. O Ben está a revelar-se um senhor nestas lides.

Lincoln - Não. Não tenho pachorra, zero interesse na vida deste senhor, embora o Daniel seja um actor do caraças.

Silver Linings Playbook - Deve ser giro.

Beasts of the Southern Wild - sim, sim!

Django Unchained - Muito curiosa.

Les Misérables - Não. Quero ler o livro primeiro, e como é um calhamaço tremendo, o filme fica para daqui a umas décadas.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

la vita é bella si, sempre


Giosué: "Não são permitidos judeus nem cães." Porque é que todas as lojas têm estes letreiros pai?

Guido: Ah, esses letreiros "Não são permitidos" são a última moda, no outro dia estava numa loja com o meu amigo canguru, e o letreiro dizia "Não são permitidos cangurus", e eu disse ao meu amigo "Bom, o que é que podemos fazer, não são permitidos cangurus!"

Giosué: E porque é que a nossa livraria não tem um letreiro desses?

Guido: Ah, mas amanhã pomos já um. E não deixamos entrar quem não gostamos. Do que é que não gostas?

Giosué: Aranhas.

Guido: Óptimo. Eu não gosto dos visigodos. Amanhã pomos um letreiro a dizer "Não permitidas aranhas e visigodos"

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

visto

Está bem, engraçado.
 


Gostei muito, mas quiça derivado da bronquite e de noites mal dormidas ou das enormes expectativas que tinha, não passou disso. Gostei muito, mas foi só isso. E não me livrei da sensação "onde é que eu já vi isto".

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

the girl with the dragon tattoo

Finalmente lá consegui ir ver a adaptação do primeiro volume da trilogia do Stieg Larsson e devo dizer que gostei muito. O filme tem algumas cenas muito violentas, mas é um thriller muito bom, que nos conquista logo no ínicio (como é que se diz "intro credits" em português?). Até aqui nada de novo, pelo menos para quem leu o livro. E não se esperava outra coisa de um realizador como David Fincher (Se7en e Fight Club).
O filme é a Rooney Mara, sem dúvida nenhuma. O Daniel Craig passa quase a personagem secundária ao pé do desempenho desta actriz. Fa-bu-lo-sa, po-de-ro-sa. Como li numa crítica qualquer a Lisbeth é "tiny as a sparrow, fierce as an eagle". O final é ligeiramente diferente do livro, mas ok, eu até percebo que era mais prático. Pena faltar muito da vida da Lisbeth como hacker, o seu passado, e as histórias na revista Millennium, mas o filme não poderia ter 6 h...
Como é óbvio, o livro é muitíssimo melhor, mas isso já se sabe. No entanto recomendo o filme e fico à espera dos próximos dois.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

inside job

Com algum atraso (uns anitos), finalmente consegui ver este documentário. E é um desalento... Esperemos que as coisas mudem.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

pronto, está bem

Afinal quem vai apresentar os óscares (pela nonagésima vez) é o Billy Crystal.
O Ricky era muita areia para o camião deles. Imaginem isto nos óscares.

tree of life

Tenho mixed feelings acerca deste filme. Se por um lado tem imagens de uma beleza extraordinária, por outro a narrativa não é nada fácil. Terrence Malick é um director pouco hollywodiano, comercialmente falando. Tem na sua filmografia 5 filmes, incluindo este. Portanto quando faz um filme é porque terá qualquer coisa para dizer. Qualidade e não quantidade? Bem, neste caso não estou segura, mas no caso do Thin Red Line (1998) sim.
Este, é um filme que aborda a fé e a relação com Deus, mas mais do que isso, é um filme sobre a relação entre um pai e o filho. Julgo que a mais valia deste filme para além das imagens, é o que não é dito verbalmente, mas dito e por vezes gritado de muitas outras maneiras.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

já cá canta

Hoje com o Público.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Super 8

Ja nao ia ao cinema desde o ano passado, mais concretamente dezembro de 2010. A ultima vez vi um filme françes sobre padres, que foi um autentico soporifero. Adormeci em 15 minutos (seca de filme+gravidez=dormir ferrada).
O Super 8 transportou-me para os grandes filmes dos anos 80 como "Conta comigo", "E.T.", "Encontros imediatos de 3 grau" e "Goonies". Um grupo de amigos de uma pequena cidade americana testemunham um acidente ferroviario, enquanto fazem um filme em Super 8. No entanto, o acidente nao é exactamente um acidente... e pouco depois coisas estranhas começam a acontecer na pequena cidade levando os miudos numa aventura fantastica.
Esta la tudo, a ternura da amizade, a importancia da familia, a aventura, e o deixar a infancia para tras e crescer.
Muito, muito bom.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

make it work!


Nao há ninguém como o Tim Gunn:-)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

disappointment



Se com a dupla Cruise/Diaz as expectativas eram muito baixas (que se vieram a confirmar ao minuto 35, altura em que desisti), o mesmo nao acontecia com Control e Stone. O primeiro pelo tema, e o segundo pelos actores, De Niro e Norton.

Control é um filme biográfico sobre o vocalista dos Joy Division, Ian Curtis, desde o início da carreira até ao suicídio com apenas 23 anos. É um filme sobre a solidao e o sofrimento, e nao sobre a música. Fui um pouco ao engano, porque a minha referência para este filme era o 24 Hour Party People, esse sim um filme sobre a música e algumas das bandas mais carismáticas que assinaram com a Factory Records desde os anos 70 até aos anos 90. Assim, fiquei desiludida...

Stone é um filme que deixa muito a desejar a nível de argumento. Só mesmo grandes actores para me prenderem ao ecran, mesmo sabendo que o filme é uma trampa.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

um clássico, para variar, calha sempre bem

Ainda nao tinha visto o filme com uma das deixas mais famosas da história do cinema "Mrs. Robinson, you're trying to seduce me. Aren't you?" . The Graduate foi o filme sensaçao do final dos anos 60, dirigido pelo jovem promissor Mike Nichols, que atingiu na mouche o feeling de desilusao da geraçao de 60 e 70, contra o establishment americano, e a imagem de família tradicional "white picket fences" que claramente já nao funcionava.