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quarta-feira, 7 de maio de 2014

part time

Uma das grandes mudanças que ocorreu na minha vida foi o advento do part-time (falo de advento no sentido etimológico da palavra, e não cristão).
Quis a empresa que passasse a fazer o horário das 12h-17h.
Financeiramente falando estou no nível do salário mínimo. Isto será matéria para desenvolver noutro post.

Focando-me nas coisas infinitamente maravilhosas:
- manhãs tranquilas com a minha filha
- levá-la ao infantário de autocarro (3 paragens) e regressar a pé a fazer exercício
- ter tempo para arrumar a casa.
- andar à caça do cupão, da promoção, e do desconto nos supermercados das redondezas.
- ser criativa nas receitas
- cozinhar mais
- já tenho horário para ir requisitar livros na biblioteca
- trabalhar pouco
- sair do trabalho e "ter tempo"

Assim de repente, é isto.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

moving on

Como eu temia o gatinho não sobreviveu, e morreu nos meus braços na sexta feira durante a noite. Foram momentos muito difícieis, vê-lo sofrer sem poder fazer nada e ficar com ele até ao último suspiro. Fiquei muito triste e custou-me muito deixá-lo partir. Tão pequenino, 1 mês e meio...
Fiz o que pude.
Disse à minha filha que a mãe tinha aparecido, estava cheia de saudades e ele tinha ido com ela. Não fez grandes cenas. Passados dois dias voltou a perguntar por ele, eu disse "não te lembras, a mamã veio buscá-lo.", "ah, pois é, tinha-me esquecido".
Não sei até que ponto ela não sabe... mas ela ainda não compreende o conceito da morte, ou então eu não quero que ela compreenda, não já.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

gatito preto

Tirado das tripas de aço de um carro estacionado na rua, directamente para o meu colo. Calhou eu estar ali, ir meter o bedelho, ver o gatito a ser tirado e abri logo os meus braços.
Levei-o ao veterinário porque nem abria os olhos, com o que eu pensava ser uma conjuntivite. Não é bem isso, chama-se coriza, uma doença muito comum nos gatos vadios, que consiste numa valente constipação, inflamação das mucosas nasais, febre e tal. Antibiótico, desparatização feita e creme para os olhos.
Entretanto já o levei ao veterinário mais uma vez porque não anda a comer, nem a beber água. Perdeu muito peso. Levou soro e foi receitado um creme vitamínico para lhe pôr na boca.
Não está a reagir muito, mas vou tentando dar água através de uma seringa e estou a dar-lhe colo. Muito.
A minha filha já o conheceu, mas ainda não lhe tocou. Já lhe deu um nome.

Bastou um segundo com o bicho nos braços para me afeiçoar.
Mas pra que me fui meter ali? :-/
Vamos ver como reage.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

a boa filha a casa torna. outra vez.

As voltas e reviravoltas que esta vida dá são tantas, que por vezes nem sabemos a quantas andamos.
É como diz o outro, o Homem faz planos e Deus ri-se.
Preocupar-se com o futuro q.b., mas cada vez mais viver o dia a dia, que é o que temos.

Tanta coisa para pôr em dia aqui. Até podia deixar para trás, mas escrever aqui (novamente) ajuda-me a partilhar, ouvir e organizar-me. É um diário dos tempos modernos.

E tenho de dar um saltinho aos meus blogs visitar as minhas comadres. Estive muito tempo sem tempo.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

tudo legal?

Pois é, não tenho vindo aqui regularmente porque o trabalho tem -me sugado toda a energia do corpo bem como qualquer tentativa de actividade cerebral. Estou um bocado assim. Ainda por cima a campanha tem uma monitorização rigorosa, e blogs tá quieto. Aliás, o volume de trabalho tem sido de tal ordem que tenho trabalhado non stop das 9h ás 18h. Impressionante.
Como já tinha dito mudei de campanha, e agora estou num mundo profundamente técnico, computadormente falando. E depois de quase dois anos a falar Inglês diáriamente (e sou boa nisso, há que dizê-lo sem medos) mudo de língua. Nem adivinham o que ando a falar.
Português-Brasileiro.
Oi Mel:-)
Digamos que 90% dos meus contactos são para o mercado brasileiro, e eu tenho jeito para as línguas e bom ouvido. Não é obrigatório falar brasileiro, foi-nos só aconselhado que fossemos menos formais e mais afectuosos. Gosto muito do meu país e da minha língua, estamos esclarecidos. Agora o Brasil, é o Brasil gente. A primeira vez que pus os meus pés naquela terra, senti-me em casa e eriçaram-se-me os pêlos dos braços. De emoção.
Só para verem a diferença entre o tuga e o zuca, tanto nos emails como ao telefone eu trato todos pelo nome próprio e despeço-me sempre com um abraço. E a gentileza e simpatia dos brasileiros é inacreditável. Mesmo estando a receber um serviço de merda, ou não terem acesso a determinado server, eles nunca descem do salto e são bem educados. (há excepçoes como é óbvio)

De maneiras que isto anda um abuso de gerúndio e daquelas frases feitas que eu amo, do género "não cutucar onça com vara curta", "desse mato não sai coelho", "mais sujo que pau de galinheiro etc."

domingo, 16 de fevereiro de 2014

ora então,

Hoje aproveitei ao máximo o sol, depois de intermináveis dias cinzentos, húmidos e molhados.
De manhã fui para uma esplanada beber a minha bica e ler o meu livro. Seguido depois de uma belíssima actividade, pouco aproveitada pelos portugueses, que consiste em deitar-se num banco de jardim e ficar ali regalada. Recarreguei literalmente energias.

Importante referir que a minha filha está de férias com o pai em Itália, e só volta na próxima quarta. Morro de saudades e quando ela voltar vou afogá-la em mimos. Tantas saudades.
Aproveitei a semana para fazer tudo o que normalmente não faço. Deitar-me na cama a ver séries, estar sossegada no computador, ou em qualquer outro sítio da casa, dormir (continuo a acordar a meio da noite, maldito organismo que já está programado!), e jantei muita porcaria: salsichas de soja com batatas fritas e ovo estrelado, rissóis de pescada com batatas fritas, bjeca com doritos, salada russa com kilos de maionese, mousse de oreo. Mas em minha defesa digo também que comi sopinha, fruta, muita cenoura ralada e gelatina, que ando numa fase de fortalecer unhas e cabelos.

E como nada nesta vida acontece por acaso, na semana em que a minha filha vai de férias, mudo de campanha, e regresso para o edifício da empresa mais próximo de casa. Formação intensa de duas semanas, o que tem sido bom, visto que durante o dia tenho tanto em que pensar que as saudades não são tantas. O único senão é que é uma campanha de customer service para Portugal e Brasil. O que não quer dizer que acabou-se o inglês. É a língua oficial com que todos nos expressamos no trabalho, por isso dizer coisas como estas ao cão:" não eatas isso que é porcaria" vão continuar a acontecer.

Bem, não vos aborreço mais, se é que ainda estão por aí. Sabem como é isto dos blogues, como dizia o Herman sobre os interruptores da luz (e a propósito da vida) umas vezes estão para cima e outras para baixo. Nem mais.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

volto, não volto, volto.

Com muito assunto em atraso.
Acho que o segredo disto é "blogge como se ninguém estivesse, lendo."
E estou farta deste header

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

the ultimate sopeirice

Passar a ferro as camisas da minha miúda enquanto vejo o Breaking Bad*.
Nunca pensei ver chegar este dia.
O dia em que montei a tábua de engomar na sala.
É um novo ano.

*Ainda não sei muito bem o que sinto em relação a esta série. Preciso de ver mais uns episódios.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

e agora sim,

uma semaninha de férias para (tentar) dormir, descansar, estar com a minha miúda, ler e começar outra série.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

"Ligou para o não sei quê, de momento estamos encerrados..."

Uma pessoa tem dias que até fica contente. Fui chamada ao gabinete do chefe para gravar o voice mail para a linha portuguesa e inglesa. Perguntei á Michelle porque não gravava ela, uma vez que é britânica, e ela disse-me que gostava mais do meu sotaque, "very posh".

São estas pequenas coisas que nos aquecem o coração, apesar de termos um emprego assim a dar para o trampex. Mas a bem dizer pagam a horas, tenho seguro de saúde, assim que boto os pés fora daqui não perco 1 segundo a pensar em trabalho. E isto não tem preço.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

trópicos e cenas do trabalho

Por aqui no trabalho continuamos nos trópicos. Tudo a trabalhar em t-shirt, super saudável.
Mas, boas notícias, parece que ao fim de mais de 3 semanas as chefias se aperceberam que estamos lentamente a assar. Hoje apareceu aqui uma chefona a dizer "voçês aqui têm um bocadinho de calor não?". Não filha, lá fora estão 8 graus e eu estou de t-shirt a trabalhar, é impressão tua. E já disse que ainda estou com a tal otite? Cortesia deste maravilhoso ar condicionado. Dizem que a partir de sexta feira o problema estará certamente resolvido, mas entretanto a otite ninguém ma tira.

Nos entretantos, pedi transferência para o velho edifício próximo da 24 de Julho, já não aguento trabalhar mais neste degredo que é a Expo. Não me levem a mal, tem o rio e edifícios novos, mas não é a minha praia. Gostos não se discutem e eu cá gosto de paz e sossego, e poucas pessoas.
Perco horas nos transportes (a ler, é certo), mas não deixo de pensar na inutilidade disto tudo. O tempo que se perde, os nervos que uma pessoa apanha.

Já chegou o rapazinho que me vai substituir, e está em formação. Alex, 24 anos, pai australiano/aborígene e mãe holandesa. A minha supervisora está contente com ele, mas diz que o inglês dele não chega aos meus calcanhares. Disso sei eu, modéstia á parte.
Correndo o risco de ir para uma campanha portuguesa a vender seguros ou outra trampa qualquer, e desperdiçar a minha facilidade com as línguas (já nem falo das minhas habilitações), o que me interessa é ter mais tempo para a minha filha. E para mim.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

facadinhas no ouvido

Já se adivinhava. Estou com uma valente constipação há mais de uma semana. Está um frio de rachar na rua. No trabalho estou de t-shirt (a sério. Morre-se de calor no Inverno e de frio no verão. Faz sentido).
Ontem a meio da tarde comecei a sentir uma comichão no ouvido esquerdo e pensei logo mau maria. Á noite estava que nem podia, e hoje de manhã a médica, de otoscópio em punho, disse"ui isto está bonito".
De maneiras que estou a antibiótico, em casa e meia surda. E agora vou ali comer uma massa com molho de tomate, que estava no frigorífico nem sei há quanto tempo. O problema é que não tenho nem olfacto, nem paladar. Não há de ser nada.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Balofa

Sinto-me balofa. Anafada. As jeans estão apertadas e só me sinto confortável em leggins, que só uso com camisolas que tapem o derriere, como é óbvio. Quem me conhece deve estar a rir-se, porque eu sou magrinha. E sou. Da cintura para cima. Mas, da cintura para baixo são outros quinhentos. A zona do rabo e coxas estão a ganhar vida própria, quando ando, sinto que partes de mim abanam quando não deviam abanar.
Vá lá que ainda estamos em Dezembro, não tenho de me precocupar com a praia, como se de facto isso me preocupasse.

Anyway. Claro que eu sei porque é que isto está a acontecer. Chama-se "comer um doce todos os dias". Todos os dias.Mas o facto é que estou mais preocupada com a saúde do que com o tamanho das minhas coxas enchouriçadas nas jeans.
É que não pode ser. Assim, apesar de continuar a comer doces, comecei a comer menos á noite. Sopinha, saladinha, queijinho fresco, porçoes pequenas, do tamanho do meu punho.
Depois começo a cortar nos doces, de 2 em 2 dias, 3 em 3, etc.
É que não posso cortar os doce assim de repente. Ainda me dá uma coisinha má.

sábado, 9 de novembro de 2013

pequenos, grandes, prazeres

Uma esplanada numa manha solarenga, um galao e um papo seco e este livro que nao consigo pousar.

p.s. e entretanto o meu portatil jurassico faleceu. o meu colega ingles emprestou/me o notebook dele, de onde vos escrevo, para ver se me agrada, pois que me fara um bom preco. nao percebo este teclado, nao sei onde estao os acentos, os parentesis e a arroba.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

humores

Tenho dias, semanas, meses, em que não me apetece escrever aqui. Penso também que estou farta deste design (da falta dele). E finalmente, passa-me pela cabeça mandar isto tudo pro galheiro. Mas depois tenho pena. Das poucas pessoas que me ouvem, e e que eu sigo, desta coisa dos blogues, que valem o que valem, mas que entretém tanto a gente.
De maneiras que é isto, não se voltei ou vou voltando.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

ora

depois do torcicolo (que ainda não passou) e de ficar sem voz no fim de semana, agora tenho um princípio de otite. Alguém conhece uma bruxa jeitosa?

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Afinal,

há sempre tempo para ver séries. É só uma questão de interesse. Ou são boas e te fazem ficar acordada, ou não. No meu caso, nem o torcicolo que tenho há uma semana me impediu de ver a primeira temporada toda do Dexter. Apesar do sono, vou para a segunda temporada.

Entretanto tenho de ir ao endireita, senão fico entrevadinha de todo. Não há emplastro nem comprimido que me valha, e não ajuda estar o dia todo sentada em frente ao computador.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

o barato sai caro

Já dizia a minha mãe. Comprei umas sabrinas na Primark, uma pechincha, e se continua a chover estou em crer que se desfazem no caminho para casa. Ainda para mais deitam um pivete que não se pode.
Estamos sempre a aprender.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

dica para as meninas

Para quem quer andar com o cabelo todo lambido, e não quer torrar o cabelo e a carteira em alisamentos estrangeiros, recomendo o champô da tresemme. Tiro e queda.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

museu da cidade




Jardim Bordalo Pinheiro
(tirei muitas mais fotografias, mas não saíram bem, o jardim tem peças muito giras. ah, os pavões são verdadeiros)