sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

facadinhas no ouvido

Já se adivinhava. Estou com uma valente constipação há mais de uma semana. Está um frio de rachar na rua. No trabalho estou de t-shirt (a sério. Morre-se de calor no Inverno e de frio no verão. Faz sentido).
Ontem a meio da tarde comecei a sentir uma comichão no ouvido esquerdo e pensei logo mau maria. Á noite estava que nem podia, e hoje de manhã a médica, de otoscópio em punho, disse"ui isto está bonito".
De maneiras que estou a antibiótico, em casa e meia surda. E agora vou ali comer uma massa com molho de tomate, que estava no frigorífico nem sei há quanto tempo. O problema é que não tenho nem olfacto, nem paladar. Não há de ser nada.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Balofa

Sinto-me balofa. Anafada. As jeans estão apertadas e só me sinto confortável em leggins, que só uso com camisolas que tapem o derriere, como é óbvio. Quem me conhece deve estar a rir-se, porque eu sou magrinha. E sou. Da cintura para cima. Mas, da cintura para baixo são outros quinhentos. A zona do rabo e coxas estão a ganhar vida própria, quando ando, sinto que partes de mim abanam quando não deviam abanar.
Vá lá que ainda estamos em Dezembro, não tenho de me precocupar com a praia, como se de facto isso me preocupasse.

Anyway. Claro que eu sei porque é que isto está a acontecer. Chama-se "comer um doce todos os dias". Todos os dias.Mas o facto é que estou mais preocupada com a saúde do que com o tamanho das minhas coxas enchouriçadas nas jeans.
É que não pode ser. Assim, apesar de continuar a comer doces, comecei a comer menos á noite. Sopinha, saladinha, queijinho fresco, porçoes pequenas, do tamanho do meu punho.
Depois começo a cortar nos doces, de 2 em 2 dias, 3 em 3, etc.
É que não posso cortar os doce assim de repente. Ainda me dá uma coisinha má.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

comfort mousse

Mousse de Oreo

1 pacote de bolachas oreo
1 pacote de natas frescas
1 lata de leite condensado cozido


Retirar o creme branco das bolachas e triturá-las bem. (podem deixar o creme, mas a mousse já é tão doce...)
Bater bem as natas, juntar o leite condensado e depois as bolachas trituradas. Colocar numa taça de vidro e levar ao frigorífico algumas horas.

Esta receita dissipa qualquer nuvem negra que podeis ter por cima de vossas cabeças.

sábado, 9 de novembro de 2013

pequenos, grandes, prazeres

Uma esplanada numa manha solarenga, um galao e um papo seco e este livro que nao consigo pousar.

p.s. e entretanto o meu portatil jurassico faleceu. o meu colega ingles emprestou/me o notebook dele, de onde vos escrevo, para ver se me agrada, pois que me fara um bom preco. nao percebo este teclado, nao sei onde estao os acentos, os parentesis e a arroba.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

ao pé do rio, sempre. ao menos isso

O meu trabalho agora é na Expo. Mudámos para umas instalações novas, fresquinhas, janelas de alto a baixo, elevadores modernos e uma cantina que é um regalo a comparar com a outra. Estou próxima do rio (como estava antes) o que me apraz bastante. Posso pegar na marmita e ir anti-socializar, ou socializar comigo, sossegada a ler o meu livro. Também posso almoçar acompanhada, mas raramente me apetece.
Os contras são alguns, chego uma hora mais tarde a casa e ando a levantar-me ás 6h15, o que devia ser proibido por lei. Outra chatice aqui é a poluição visual e sonora, absolutamente tremenda, gente a correr para todo o lado, muita gente, muitos carros e autocarros e trânsito e buzinas. E eu preciso de criar a minha bolha e abstraír-me disto. Assim sendo tenho duas opções: a primeira usar um rádio e ouvir um jazz simpático ou pôr tampões de cera nos ouvidos.
Mas enfim, que diabo, devemos concentrarmo-nos em todas as coisas positivas da vida e mais não sei quê, certo?

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

humores

Tenho dias, semanas, meses, em que não me apetece escrever aqui. Penso também que estou farta deste design (da falta dele). E finalmente, passa-me pela cabeça mandar isto tudo pro galheiro. Mas depois tenho pena. Das poucas pessoas que me ouvem, e e que eu sigo, desta coisa dos blogues, que valem o que valem, mas que entretém tanto a gente.
De maneiras que é isto, não se voltei ou vou voltando.