Há coisas chatas. Não entram na categoria dos problemas, mas sim na categoria das situações desconfortáveis. Aqui no trabalho as coisas não estão melhores, não tenho literalmente nada para fazer. Todos os dias acordo e penso, mas que raio vou eu fazer para o trabalho? Se não fosse pelo dinheiro que me faz muita falta, já me tinha despedido. É que me faz aflição andar aqui a olhar para o monitor, ir buscar dossiers para substituir separadores, passar uma folhas a limpo, ou organizar ad eternum ficheiros no computador.
Continuo à procura de outras coisas, mesmo funções para as quais tenho qualificações a mais. E para essas funções até tenho um Cv da treta, em que não sou licenciada, e trabalhei maioritariamente em lojas e funções administrativas. Sim, já cheguei ao ponto de enviar CV's com mentiras. Vale tudo.
Estou com aquela sensação de que alguma coisa vai mudar, mas não sei bem o quê. Intuição. Possso estar enganada. Espero ansiosamente que alguma coisa mude, para melhor, porque já não aguento não ter nada para fazer.
quinta-feira, 29 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
quem diria
Que as pulseiras de macramé que eu usava nos anos 80 iam voltar a estar na moda? Lembro-me como se fosse hoje de estender uma toalha junto à passadeira de pedra, da praia onde costumava passar férias, e tentar vender as minhas pulseiras. E conchas também. Nunca percebi porque raio é que nunca vendi uma única concha, mesmo à beira da praia, mas aqui está a prova cabal de que nunca tive jeito para vender nada. Também tentei infrutiferamente vender a minha preciosa colecção de latas de refrigerantes, em plena Av. Roma, na rua. Nem uma latinha vendi.
Considerações comerciais à parte, esta semana pus-me a fazer essas pulseiras, e é como andar de bicicleta, nunca se esquece. Agora tomei-lhe o vício e distraio-me de vez em quando. Podia-me ter dado para o crochet ou para o ponto cruz, mas deu-me para isto.
Considerações comerciais à parte, esta semana pus-me a fazer essas pulseiras, e é como andar de bicicleta, nunca se esquece. Agora tomei-lhe o vício e distraio-me de vez em quando. Podia-me ter dado para o crochet ou para o ponto cruz, mas deu-me para isto.
segunda-feira, 26 de março de 2012
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sábado, 24 de março de 2012
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