quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

don't know what the fuss is all about

Aborrecido. Nao achei o Clooney extraordinario, nem o filme trouxe nada de novo.

38°

Devia ser geneticamente impossivel uma mae ficar doente. E a ginastica que faço para nao pegar muito na minha filha ao colo, ou para nao a encher de beijinhos?

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012



good news

Que bom ler boas notícias para variar um bocadinho.
Ao contrário do que me ensinaram dissimuladamente na faculdade - "if it bleeds, it leads", é bom ver que nem sempre é preciso haver sangue para haver notícia. Assim sim.

amor é:

fazer um bife à café para o namorado. desconfio que ele vai chorar de emoção.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

dica para aquecer:

ir à hora do almoço ao minipreço acarretar com uns saquitos. can't wait.

the girl with the dragon tattoo

Finalmente lá consegui ir ver a adaptação do primeiro volume da trilogia do Stieg Larsson e devo dizer que gostei muito. O filme tem algumas cenas muito violentas, mas é um thriller muito bom, que nos conquista logo no ínicio (como é que se diz "intro credits" em português?). Até aqui nada de novo, pelo menos para quem leu o livro. E não se esperava outra coisa de um realizador como David Fincher (Se7en e Fight Club).
O filme é a Rooney Mara, sem dúvida nenhuma. O Daniel Craig passa quase a personagem secundária ao pé do desempenho desta actriz. Fa-bu-lo-sa, po-de-ro-sa. Como li numa crítica qualquer a Lisbeth é "tiny as a sparrow, fierce as an eagle". O final é ligeiramente diferente do livro, mas ok, eu até percebo que era mais prático. Pena faltar muito da vida da Lisbeth como hacker, o seu passado, e as histórias na revista Millennium, mas o filme não poderia ter 6 h...
Como é óbvio, o livro é muitíssimo melhor, mas isso já se sabe. No entanto recomendo o filme e fico à espera dos próximos dois.