terça-feira, 31 de janeiro de 2012

o ano passado,

por esta altura (10h30) estava eu deitada numa cama em santa maria, à espera que começasse o trabalho de parto, depois de as águas se terem rompido na noite anterior. Ouvia os gemidos e gritos de uma mulher e pensava, credo que exagero, não deve ser assim tão mau, há mulheres mesmo histéricas (mal sabia eu). Depois de alguns toques absolutamente pavorosos, por volta das 13h a médica lá se decidiu a induzir-me o parto e deu-me oxitocina. Às 13h30 comecei a sentir uma dor muito semelhante à dor da menstruação ... às 14h3o estava em full power, contracções umas a seguir às outras, tremia involuntáriamente, gemia, tentava suportar a dor mas não estava a ser bem sucedida... Apologista de um parto natural pedi imediatamente uma epidural, se fosse possível duas. Drogas por favor. Com muita dificuldade lá me conseguiram espetar a agulha, mas honestamente a única diferença que senti foi o facto de conseguir respirar, e ganhar forças entre contracções, a dor continuava lá todinha. (só depois de ela nascer é que senti o rabo e pernas dormentes, a bem dizer podiam-me ter dado mais cedo não?)


Às 17h ao ver um médico que passava por ali, disse-lhe que já não aguentava mais, que me chegasse uma arrastadeira que tinha de fazer o number 2 (parece impossível que depois de me terem dito mil vezes "quando tiver vontade de fazer cócó, é porque está na hora de fazer força", nem me lembrei disto). Ao fazer o toque o médico disse que já sentia os cabelos da bébé "deite-se e comece a fazer força!".


Às 17h15 nasceste tu ♥.

Parabéns ♥

Hoje a minha miúda faz um aninho, tão crescida que ela está:-)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

fnac,

enquanto eu me lembrar desta campanha, nunca mais me vês nas tuas lojas. Vou-te trocar também.

inside job

Com algum atraso (uns anitos), finalmente consegui ver este documentário. E é um desalento... Esperemos que as coisas mudem.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

livritos




Acabaram de chegar agorinha mesmo, via correios, que é raro ter tempo de ir a uma livraria. Comprei-os bem baratinhos no site da Fnac porque são livros de bolso e em língua original. Embora as letras não sejam muito grandes (queres ver que já estou a ficar pitosga) pelo menos sempre me obriga a manter alguma familiaridade com o inglês, e é sempre muito melhor ler no original, quando se pode claro.


Embora não conheça nenhum dos autores, fiquei curiosa. No caso do The Help, nem quis ver o filme (como se eu tivesse tempo), caso contrário depois seria muito mais complicado ler o livro, como foi o caso deste em que as memórias do filme estavam demasiado vivas na minha memória. E como toda a gente sabe, salvo raríssimas excepções os livros são sempre melhores que os filmes (exceptuando o caso do Senhor dos Anéis, ninguém merece).

já não vejo telejornais, vou deixar de ler jornais

Porque fico doente com notícias como esta, e esta. Só podem estar a gozar conosco.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012