segunda-feira, 10 de março de 2008

santo domingo

República Dominicana

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

em casa

O tempo estava um pouco nublado, mas a manhã estava perfeita.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

quase a chegar

Depois da odisseia das Arábias e terras de África, estou em Amã na Jordânia. Amanhã temos ligação para Frankurt e finalmente Lisboa!!!!!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

nigéria

Tudo me acontece. A minha tripulação foi a que fez a última viagem Nigéria-Arábia Saudita.
E o que tinha para correr mal, correu. Esperámos horas pelo fuel que não chegou.
Resolvemos sair do avião, e esperar no aeroporto. Entretanto disseram-nos que o melhor era esperarmos num hotel ali ao pé, porque a coisa ía demorar.
Lá fomos para o hotel. Entretanto percebemos que íamos ali dormir. Niguém levava roupa. Fizémos esta viagem tantas vezes que íamos de trolley praticamente vazio. Eu levava um livro e a minha abaya, mais nada.
No dia seguinte o comandante disse para não entrarmos em pânico (ok, pânico) mas o nosso avião estava sequestrado no aeroporto, devido a uns pagamentos em atraso da nossa companhia. Tínhamos de esperar que Lisboa resolvesse a coisa.
Foram 3 dias. 3 dias vestida com a mesma roupa (a interior lavava à noite e de manhã já estava seca). Eu e toda a tripulação. Estávamos proibidos de sair do hotel, por isso nem pensar em comprar roupa. Na Nigéria a maioria das tripulações são escoltadas com homens armados no percurso aeroporto-hotel, tal é o nível de perigo que ali se vive.
Enfim, lemos, jogámos cartas, vimos soap operas africanas, j+gamos ao macaquinho do chinés, eu sei lá.
E finalmente fomos libertados...

domingo, 20 de janeiro de 2008

salah*

Aqui reza-se 5 vezes por dia. Cinco.
Sempre que se aproxima a hora da salah, começam-se a ouvir os microfones espalhados por toda a cidade a recitarem as orações. As lojas fecham, e toda a gente estende o seu tapete no chão virado para Meca, e reza.
Agora percebo o fundamentalismo islâmico. A religião está em todo o lado, a todos os momentos pensam em Alá e nos seus mandamentos, não têm tempo para pensarem noutras coisas. É uma sociedade fechada, não há jornais, revistas, cultura, cinema, etc. Não deve ser difícil escorregar para o fundamentalismo. Mesmo nada.
*oração

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008